1 João: 4. 17. Dessa forma, o amor é aperfeiçoado em nós, a fim de que tenhamos total segurança no Dia do Juízo, pois, assim como Ele é, nós semelhantemente somos nesse mundo. 18. No amor não existe receio; antes, o perfeito amor lança fora todo medo. Ora, o medo pressupõe punição, e aquele que teme não está aperfeiçoado no amor. 19. Nós amamos porque Ele nos amou primeiro.
Deus e tao bom, sua obra e tao completa, e por capricho de sua vontade essa obra e continúa.
Ora o amor de Deus e aperfeiçoado em nos, esse amor nos traz segurança, paz, tira o medo, e nos deixa realmente a sua imagem e semelhança assim como no seu projeto original, o seu amor traz certeza de que quando chefar tudo ao fim na verdade so vai ser o nosso começo na eternidade, e tao sincero e profundo que esta livre do teatro e declamaçoes, sempre como fonte inesgotavel de reflexão vasta como o propio universo.
O amor de Deus e diferente como diz o texto, nele nao a receio, nao a medo, nao existem expectativas frustradas, antes e perfeito pois Dele veio primeiro, para voltar a Ele como aroma suave atraves de nossa adoraçao e culto racional.
Falar do amor de Deus e buscar palavras pra definir aquilo que e dificil de dimensionar.
Buscamos amor de todos os cantos, e ate encontramos de forma meio deformada ou desfocada, porem todos estes amores do mundo sao sem profundida, apenas um vislumbre do verdadeiro, so existe um profundo e perfeito, um que nao esfria, um que nao se acaba com a morte, um que começa em vida e se aperfeiçoa na morte, esse e o amor de Deus !
Uma das formas de Deus trazer juízo a uma sociedade é entregando-a a si mesma. Hoje os EUA foram entregues pelo Senhor a um estilo de vida onde o pecado definitivamente foi relativizado. É como se Deus tivesse dizendo: "Vocês querem viver no pecado? Que vivam! Eu os entrego a uma vida dissoluta e de transgressões cujo deus foi fabricado por vocês mesmos. (Rm 1:26-28) "
Caro amigo, confesso que é triste ver a maior nação evangélica do planeta abrindo mão dos preceitos bíblicos nos quais foi fundada em detrimento ao pecado.
Verdadeiramente vivemos dias difíceis. Dias profetizados pelo Apóstolo Paulo que afirmou que antes que Cristo voltasse a apostasia viria. (II Ts 2.3). E ela chegou. Se não bastasse isso, vejo "cristãos" comemorando a decisão do Suprema Corte dos EUA, colocando em suas fotos nas Redes Sociais, as cores do movimento gay.
O paganismo ressuscitou, o pecado se multiplicou e o cenário se prepara para a manifestação do anticristo. Todavia, o que enche o nosso coração de esperança, é que em breve Cristo voltará e "Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24.13).
Soli Deo Gloria
Renato Vargens
Pra quem não sabe, Judas era irmão de Tiago, irmão de Cristo. Curiosidade aí. Texto? Mateus 13:55.
Judas começa sua carta com uma saudação que parece comum aos crentes da época. Que fala dos "escolhidos", os "convocados", os "eleitos". Confiram 2 Jo 1, 1 Pe 1.1, Efésios 1, 2 Co 1.1, 1 Co 1.2
Mais do que querer bater na tecla da eleição, esse texto de Judas nos faz refletir sobre o supremo papel de Deus na nossa salvação;
Judas usa uma ordem de palavras:
1-Convocados
2-Amados por Deus, o Pai
3-Preservados na fé em Jesus Cristo
Sempre passamos por aflições diversas na vida. Doenças, decepções, pecados, arrependimento, frieza espiritual, falta de disciplina, falta de dinheiro, falta de fervor...E em tudo isso, talvez a gente chegue a pensar que nossa fé é vã, que nossa fé é falsa, ou que "caímos da graça", que somos indignos de perdão de Deus, que nunca mais teremos forças para sermos bons filhos de Deus, relevantes em sua obra. Quem nunca pensou isso?
Só quero que vocês pensem em uma pergunta e a respondam de coração. VOCÊ CRÊ EM CRISTO JESUS? No milagre de seu nascimento, nos milagres que ele realizou, na sua morte, na sua ressurreição? Crê que não há outra forma de perdão a não ser seu sangue na cruz?
Se a sua resposta foi SIM para essas perguntas, se Cristo arde em seu coração, respira fundo aí!
Somos preservados na fé em Cristo porque somos chamados por Ele.
Ele convoca e Ele preserva. A certeza da salvação não é para pecarmos, mas para em momentos difíceis da nossa caminhada acharmos fôlego para retomar a luta contra o pecado. O amor de Deus em nos preservar é para o arrependimento, e não para a libertinagem.
A preservação dos santos não é uma doutrina fria num calvinismo teórico, é uma fonte de refrigério num cristianismo real e dinâmico com o Espírito Santo.
Deus abençoe a todos.
Sempre gostei de conversar com pessoas, e confesso que assumi um voto e um compromisso cedo em minha vida. Não sou o tipo de cara puritano e combatente exagerado das mentiras e hipocrisias, mas assumi no fim da minha adolescência que, pelo menos no que faz menção aos pecados, principalmente os secretos e intenções do coração, a minha sinceridade deveria reinar. O abrir do coração nunca foi algo “tão” complicado pra mim, mas somente uma etapa necessária daqueles que querem caminhar e prosseguir na prática da espiritualidade com Jesus e nos modelos que Ele propõe.
Confesso que por ter assumido esse voto, de sempre ser sincero em expor minhas mazelas e lutas, já fui mal compreendido, taxado com apelidos e características que não são minhas, até mesmo criticado com veemência.
Escrevo esse texto por amar essa geração atual, onde, infelizmente, a “pastorada” por aí não tem dado muita atenção. Falo dos adolescentes, nossos queridos meninos.
Exerço o ministério com adolescentes na minha comunidade local. Estou constantemente conversando, discipulando, aconselhando e caminhando com essa galera. E não é novidade para ninguém que a sexualidade desses queridos, mesmo tão novos, está a todo vapor. Eles pensam, oram, choram pelas mudanças, desejos, paixões e até mesmo relações que vêm estabelecendo.
Recentemente, num momento de discipulado, alguém me confessa enfrentar problemas sérios quanto a masturbação e uso frequente da pornografia. E, quando questionado se sentia-se culpado ou considerava pecado, este me responde que entendia como sinal mais claro da ação de Deus na sua vida.
Achei interessante a sua colocação e o deixei complementar. Então me explicou: “Eu oro na sala de aula, antes de chegar em casa, para que fique a tarde toda sozinho e tenha meus momentos de masturbação e fantasia sexual. E essa é a minha oração mais atendida por Deus”.
Mais uma vez me vi sem poder usar os clichês, sem vontade nenhuma de culpabilizá-lo e fazê-lo sentir-se um lixo. Ele chorava muito ao dizer essas coisas, e minha única reação foi abraçá-lo e chorar junto com ele por algum tempo.
Venho mais uma vez falar sobre pornografia porque não considero, apesar da constante repreensão de líderes e amigos (que não tratam do assunto, acham que só devemos falar do amor de Deus e do projeto maravilhoso que Ele tem para as nossas vidas) por conta, talvez, de ignorância, considere esse um pecado maior do que qualquer outro. Ao contrário, considero exatamente o inverso, e a falta de se conversar sobre o assunto é um problema que a igreja deveria repensar e agir de forma diferente.
Abro parênteses. O pensar não é falar de algo segundo as próprias fontes de conhecimento e opiniões, utilizando-se somente de jargões estabelecidos. Mas, pensar é estudar, compreender e conhecer fontes teóricas e gente da prática sobre esse assunto para que o conteúdo a ser ministrado seja de qualidade e não retrógrado. Menos opinião e mais conteúdo. Menos achismo e mais conhecimento. Fecha parênteses.
Sendo assim, proponho aqui, algumas ideias simples, que me ajudam a caminhar de forma mais tranquila, com qualquer um que apresente problemas com pornografia, ou “pecados” de cunho sexual.
Ouvir
A primeira coisa que eu aprendo e que me ajuda tanto com adolescentes, quanto jovens, adultos e até mesmo pessoas casadas, é ouvir. Sim, ouvir. A igreja peca, achando que a omissão é uma boa saída, mas peca de mesma forma achando que opiniões ridículas como boicote de marcas de perfume devam ser levados à sério.
Ouça, antes de ir com tudo pra cima do homossexual com sua opinião formada sobre o mundo, sem nenhuma preocupação com a pessoa, mas interessado somente com a sua forma particular de pensar; ouça, antes de atacar com culpa o adolescente que está cheio de crises e transformações no corpo; ouça, antes de culpar o jovem que será pai na juventude ou antes de aplicar disciplina àqueles que não se sujeitam aos caprichos morais institucionalizados.
Entenda: homossexuais, adúlteros, prostitutas, viciados em pornografia e os que mantém relação sexual antes do casamento não precisam de nada que não parta da graça de Cristo. E conforme disse Dallas Willard, graça: “é o contrário do mérito e não do esforço” e esta (graça) os ajudará a serem transformados naquilo que Deus deseja transformá-los, dando-lhes força para resistir no que deixarem Deus trabalhar, e se não o fizerem, a mesa é de Cristo, não sou eu que os privarei de qualquer relação com o Pai, tanto em amor, quanto em serviço ao corpo de Cristo. Assim, entendo que aquele que se propõe a ajudar, o faz, estando perto e junto daquele que sofre, caminhando, orando, e principalmente, ouvindo o abrir do coração, cheio de mazelas, crendo que somente o Senhor pode convencer a respeito do que for. E Deus conhece cada uma das falhas e tropeços de todos, inclusive os seus e os meus e, mesmo assim, insiste em nos amar.
Nosso papel é ser instrumento e não agentes definitivos da história. Que Deus nos ajude a ouvir.
Aliviar a culpa
A segunda coisa que eu aprendo e que até hoje tem me ajudado é aliviar a culpa. O moralismo impera. O legalismo também. Não é de uma vida reta que a nossa geração está carecendo, mas por uma vida com significado. Explico. Gerações anteriores quiseram ter estabilidade e segurança a partir de planejamentos e etc. A geração atual quer novos desafios. O moralismo já teve seu papel de transformação, mas a geração anterior a nossa foi recheada de falhas morais, cheias de falhas no caráter e que não nos inspiraram muito, pra não dizer quase nada. Ouvimos gente com mais de 30 anos de diferença de nós, quando pessoas com 10 ou no máximo 15 anos mais velhas é quem deveriam nos ensinar e inspirar. Aliviar a culpa, não quer dizer dar margem para todo mundo fazer o que quer. Mas como diz Ed René Kivitz: “conscientizar é mais difícil do que comportamentalizar”.
Já escrevi em outro texto que “o evangelho é transformação de ser, religião é adestramento comportamental”. Realmente acredito que a transformação de mente, ou a renovação dela (Romanos 12.2), vai acontecer em três momentos, provocando o verdadeiro arrependimento.
- Acesso a informação
Não se enganem, os adolescentes/jovens/adultos sabem de muita coisa, leem muita coisa e acessam muita coisa. Não use a desculpa que falar sobre sexo é incentivo para praticá-lo, mas mostre os dados, as consequências e os erros que podem ser provocados com a vida sexual prematura. - O exemploVocê pode se enganar dizendo que você não é responsável por nada apenas por informar verdades, mas nenhuma mensagem pregada unicamente pela verbalização será inspiradora. Francisco de Assis nos diria: “evangelize em todo tempo e se necessário, use palavras”.
- Deixe que o transformador seja o SenhorGaste mais tempo com Deus do que postando coisas na internet, mandando mensagens de controle. Seja um libertador de pessoas e não um aprisionador, mesmo que seja num novo compromisso religioso semanal, vulgo aconselhamento, discipulado, etc. Deixe a pessoa livre, ela precisa reconhecer que precisa de ajuda, e o nosso papel é simplesmente ajudar, enquanto ela quiser e reconhecer a necessidade. Deus é o transformador e não nós.
Você também é responsável
A terceira coisa que me ajuda muito em casos assim, é me considerar responsável disso também. Responsável não é culpado, responsável não é quem tem de arcar com as consequências. Considerar-se responsável é compreender e sentir as dores e angústias do outro que sofre preconceito e apanha na rua por gente intelectualmente duvidosa e perceber-se inútil e hipócrita quando não estiver lá para acolher, proteger e para dizer: NÃO, isso não é evangelho e defesa da fé cristã.
Quando uma adolescente se masturba em frente a uma web cam, com alguém que promete amor, carinhos e etc, o nosso sentimento deve ser o de: deveria estar lá para dizer “você não precisa ser acolhido por homens, mas pelo nosso Deus, o verdadeiro amor que você precisa e a caminhada que te dispõe confiança, amor e afeto, e que certamente a vida com lhe trará alguém que valerá a pena entregar não só o seu corpo, mas o seu coração”.
Quando a mulher está se dispondo a gravar um filme pornográfico, o sentimento deve ser o de: deveria estar lá pra dizer “Querida, quero conhecer seus traumas, suas angústias e dramas. Você não precisa se sujeitar a ouvir xingamentos enquanto alguém toca o seu corpo e abusam sexualmente de você, com objetos e cenas indizíveis. Você tem valor e não é o valor sexual que mais importa sobre você”.
Eu sou responsável porque faço parte do consumo. Eu sou responsável porque não quero ensinar o diferente do que eu vivo. Eu sou responsável porque eu me anulei.
Com o tempo eu percebi e tomei uma decisão: a de cooperar na luta pela paz. Não vamos restaurar o mundo, vamos lutar para que onde houver qualquer tipo de injustiça contra a humanidade, qualquer abuso com a natureza, que eu me sinta inspirado violentamente pelo Espírito Santo a me posicionar em favor do injustiçado e lutar pela sua causa.
Sendo assim, convido você a ouvir, aliviar as culpas e a se responsabilizar com o mundo, com a injustiça e com a ação redentora de Deus na humanidade. A pornografia é uma prisão, para quem protagoniza e para quem consome.
Espero contar com você. E se precisar compartilhar, chorar, e quiser um menino disposto a ajudar, estamos aqui. Vamos juntos com o carpinteiro.
Que Deus te abençoe.
Em amor e pelo amor.
Em amor e pelo amor.
Fonte: www.minhavidacrista.com.br
No evangelho revela-se o amor que Cristo tem para com o Pai, bem assim os maravilhosos frutos desse amor, particularmente em fazer ele tão grandes coisas, e em padecer tantas coisas em obediência à vontade do Pai e para a honra de sua justiça, lei e autoridade, como o grande governante moral. Ali se revela como o Pai e o Filho são um em amor, para que nos deixemos induzir, em semelhante espírito, a ser um com eles e uns com os outros, em concordância com a oração de Cristo em João 17.21-23: “A fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste, e os amaste como também amaste a mim”.
O evangelho nos declara ainda que o amor de Deus era eterno, e nos lembra que ele amou aos que são redimidos por Cristo desde a fundação do mundo; e que ele os deu ao Filho; e que o Filho os amou como seus. Ele revela ainda o maravilhoso amor do Pai e do Filho, respectivamente, para com os santos que estão na glória – que Cristo não só os amou enquanto no mundo, mas que os amou até o fim (Jo 13.1). E todo este amor é expresso como nos sendo outorgado enquanto errantes, proscritos, indignos, culpados e inclusive inimigos. Este é o amor que jamais foi conhecido em outro lugar, ou concebido: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor de seus amigos” (Jo 15.13); “Dificilmente alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Porque se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida” (Rm 5.7-10).
Deus e Cristo aparecem na revelação evangélica como estando vestidos com amor; como estando assentados, por assim dizer, em um trono de misericórdia e graça; um trono de amor, cercado dos mais suaves raios de amor. O amor é a luz e glória que circundam o trono em que Deus se acha sentado. Isto parece estar implícito na visão de Deus na ilha de Patmos: “Esse que se acha assentado é semelhante no aspecto a pedra de jaspe e de sardônio, e ao redor do trono há um arco-íris semelhante, no aspecto, a esmeralda” (Ap 4.3); isto é, ao redor do trono no qual Deus estava sentado. De modo que Deus lhe apareceu enquanto estava sentado em seu trono, envolto por um círculo de uma luz excessivamente suave e agradável, como as belas cores do arco-íris, e como uma esmeralda, que é uma pedra preciosa de cores excessivamente agradáveis e belas – assim representando que a luz e glória com que Deus, no evangelho, aparece cercado é especialmente a glória de seu amor e de sua graça pactual, porquanto o arco-íris foi dado a Noé como um emblema de ambas. Portanto, é evidente que este espírito, sim, o espírito de amor, é o espírito sobre o qual a revelação evangélica especialmente expõe os motivos e os estímulos; e este é especial e eminentemente o espírito cristão – o espírito correto do evangelho.
Ademais, tudo o que é salvífico e distintivo no verdadeiro cristão está resumidamente compreendido no amor, assim, os que professam o cristianismo nisto podem ser ensinados quanto às suas experiências, sejam elas ou não experiências realmente cristãs. Caso o sejam, então o amor é a suma e substância de tais experiências. Se as pessoas possuem a verdadeira luz celestial, que em suas almas ela não seja uma luz sem calor. O conhecimento e o amor divinos vão sempre juntos. Uma visão espiritual das coisas divinas sempre estimula o amor na alma, e atrai o amor ao coração, em cada objeto próprio de ser amado. As genuínas descobertas do caráter divino nos dispõem a amar a Deus como o bem supremo; elas unem o coração a Cristo, em amor; inclinam a alma a transbordar de amor para com o povo de Deus e para com toda a humanidade. Quando as pessoas possuem uma verdadeira descoberta da excelência e suficiência de Cristo, o efeito é o amor. Quando experimentam uma convicção correta da verdade do evangelho, tal convicção é acompanhada do amor. Tais pessoas amam a Cristo, o Filho do Deus vivo. Quando se visualiza a veracidade das gloriosas doutrinas e promessas do evangelho, estas doutrinas e promessas se assemelham a tantos acordes que emanam do coração e o impulsionam a amar a Deus e a Cristo. Quando as pessoas experimentam uma genuína confiança e segurança em Cristo, elas confiam nele com amor, e assim sucede com a deleitosa e doce aquiescência da alma. A esposa se pôs assentada sob a sombra de Cristo com profundo deleite, e descansou suavemente sob sua proteção, porque ela o amava (Ct 2.3). Quando as pessoas experimentam o verdadeiro conforto e alegria espiritual, essa alegria provém da fé e do amor. Não se regozijam em si mesmas, mas em Deus que é sua insondável alegria.
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